Quem é o Pastor?

Teologia Profunda, Pastoreio Próximo

Sou o Pastor Guedes. Sirvo à Igreja Presbiteriana do Brasil e escrevo para a igreja que vai além dos muros do templo — a igreja que vive em casa, no trabalho, na escola, na dor e na alegria do dia a dia.

Minha paixão é fazer a teologia reformada falar a linguagem da vida real. Acredito que a Palavra de Deus não precisa de tradução para o cotidiano — ela já fala diretamente a ele. O que falta, muitas vezes, é alguém que sente, escreva e mostre como essa Palavra se aplica às nossas lutas, dúvidas e decisões.

É isso que faço aqui. Escrevo pastorais porque amo o rebanho. Escrevo artigos porque creio no pensamento. Produzo materiais porque quero equipar. E indico livros porque sei que a leitura transforma.

Se você chegou até aqui, não foi por acaso. Fique. Leia. Pense. Ore. E se precisar conversar, meu contato está à disposição.

Minha Jornada

Do Batismo ao Púlpito: Uma Caminhada de Fé

Sou Pastor na Igreja Presbiteriana Central de Nova Friburgo. Sou casado com Andressa Brauer e padrasto do Davi. Cada etapa da minha jornada me ensinou a mesma verdade: a graça de Deus chega antes, e o chamado d'Ele é maior do que a nossa capacidade — mas nunca maior do que a Sua fidelidade.

Mas a minha história com Deus começou antes de eu ter idade para contá-la. Com sete meses, fui batizado — um sinal da aliança que eu ainda não entendia, mas que Deus já selava sobre mim. Cresci sob a Palavra. Aos 14, professei a minha fé. Aos 22, fui ordenado Diácono. Aos 29, reconheci o chamado para o ministério. Aos 34, fui ordenado Pastor.

Entre esses marcos, houve serviço em todas as áreas da IPB — da igreja local ao âmbito nacional — quatro anos de formação Teológica no Seminário Martin Bucer e uma especialização em Teologia Bíblica no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (CPAJ).

Minha Visão

Raízes antigas, fé viva para hoje.

Escritura. Tradição. Vida.

Estas três palavras resumem o que nos move: a Palavra de Deus como fundamento, a fé reformada como herança, e a vida diária como lugar de aplicação. Não separamos o que Deus uniu — a verdade que se crê é a verdade que se vive.